sexta-feira, 21 de agosto de 2009

RAUL SEIXAS - VINTE ANOS SEM O "MALUCO BELEZA"

Raul Seixas: Salvador, 28 de junho de 1954 - 21 de agosto de 1989.
"Ele nasceu há dez mil anos atrás, morreu há vinte e continua vivo na mente e corações dos milhares de fãs espalhados por todo o Brasil."
Disponível em:
<http://www4.uninove.br/ulisses/inove/visualiza.php?id_not=788>. Acesso em: 19 ago. 2009. (charge e texto)

As letras irreverentes, o comportamento alternativo e os protestos inteligentes e sarcásticos fazem com que o "raulseixismo" seja cultivado nos dias de hoje por pessoas de todas as idades, atravessando gerações que encontram em suas músicas temas cada vez mais atuais.
No final dos anos setenta, Raul Seixas encontrou, por meio da música, uma forma especial de falar para o mundo o quão errado ele estava segundo seu ponto de vista.
Disponível em:
Não por acaso, com o passar dos anos, o mito é lembrado como um revolucionário por uma legião de fãs que não pára de crescer. Hoje todos os seus lançamentos foram regravados em CD e um sem-número de coletâneas revivem seus grandes sucessos, além de vinte livros que contam sua história e de suas músicas. É considerado " Pai do Rock Nacional".
Raul Seixas preferia andar na contra-mão, enquanto a contracultura do rock enfrentava as modas do samba e bossa-nova em seu apogeu, um movimento denominado "Jovem Guarda" surgia nas entrelinhas do rádio para fazê-lo respirar.
Seu inicio de carreira o transformou em um ícone dos desgarrados da sociedade.
Raulzito se dizia escritor: escreveu um livro chamado "As Aventuras de Raul Seixas na Cidade de Thor" de 1983, e apresentava poesias escritas e cantadas que formulavam um rockeiro diferenciado num cenário de "muita estrela e pouca constelação".
Sua grande viagem, a Sociedade Alternativa, foi alvo do DOPS nos anos de ditadura militar e levou o "Cowboy Fora-da-lei" a exilar-se nos Estados Unidos acompanhado pelo amigo (ou inimigo íntimo, como ele mesmo denominava) e parceiro Paulo Coelho e suas respectivas esposas.
Sucessos como "Tente Outra Vez", "Gita" e "Metamorfose Ambulante" são hinos cantados pelos fãs que reverenciam seus significados e sua importância mantendo viva sua essência e obra."
TOCA RAUUUUUUL!!!!
O bordão, recorrente em eventos musicais, foi ouvido por mim, há anos atrás e há poucos dias, minha filha relatou-me que foi gritado em um show que ela assistiu, aqui em Porto Alegre...

2 comentários:

Anderson Barteli disse...

Legal seu post.

Sou fã do Raulzão, é de família, passa de geração em geração.

Abçs.

A. Barteli

Kátia disse...

Obrigada, Anderson.
Realmente, a música do Raul é super original e influenciou muita gente.
[]s
Kátia

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