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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

LEITURA: MÃES & FILHAS ONTEM E HOJE

Lição de leitura, de August Toulmouche  (Fonte)



Embora se exija que a escola e professores assumam o papel de iniciadores ou incentivadores da leitura nas crianças, pesquisas comprovoam que as mães são as maiores responsáveis pela iniciação dos filhos no universo da leitura.

Foi o que concluiu a última pesquisa, Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro, onde um em cada três leitores tem lembranças da mãe lendo algum livro e 51% dos leitores tem na mãe sua grande incentivadora no processo de ler por prazer.

O papel dos pais mostra-se mais relevante ainda quando são feitas comparações entre leitores e não-leitores. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 73% delas citam as mães como quem mais as estimularam a ler. A importância feminina é ainda maior no Norte (59%) e no Nordeste (56%) do País, muito acima dos professores.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL - 18 DE ABRIL

Monteiro Lobato -  arte: Campos

Em homenagem ao escritor brasileiro Monteiro Lobato, criador do Sítio do Pica-Pau Amarelo, foi criada esta data comemorativa no mês de abril. A Lei 10.402/02 registrou o seu nascimento como data oficial da literatura infanto-juvenil em nosso país. (adaptado de: Brasil Escola)

No curso Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade, no qual sou tutora pedagógica em EAD, atuando no município de Camargo/RS com uma equipe muito unida (somos três tutoras e a professora), em um dos Fóruns - sobre as vivências individuais de leitura (ainda no Pólo UAB de Restinga Sêca, 2010-11), meu depoimento sobre a importância da família que lê e conta histórias e "causos" para seus filhos, mas que disponibiliza e dá o exemplo, sempre com jornais, livros e revistas à mão. Transcrevo abaixo o que escrevi em novembro/2010, pois tem tudo a ver com a data de hoje:

Capa do livro (eu tinha toda a coleção, herdada dos meus pais)

"Fechando este Fórum sobre "Vivências de Leitura", gostaria de destacar as lembranças - algumas até emocionantes - que o tema suscitou. A mãe que cantava, os pais contadores de histórias, de contos e "causos" populares, a professora que fazia roda de leitura, levava na biblioteca da escola. E, sobretudo, a vontade de decifrar o código misterioso das palavras para poder mergulhar com autonomia no mundo mágico dos livros, do encantamento das fábulas e contos de fadas, mistérios e aventuras...Do gosto e do prazer de ler!
Agora chegou a minha vez:
Também queria muito aprender a ler, para devorar as aventuras do Sítio do Pica-Pau Amarelo, que meu pai lia para mim toda as noites (se eu tivesse me alimentado bem). Nas férias de julho do 1º ano, reli os dois primeiros volumes e continuei a me interessar pelos livros nas bibliotecas das várias escolas onde estudei. Uma delas tinha as paredes todas decoradas com pinturas de personagens dos contos de fadas. Em Taquara, onde morávamos, ia de bicicleta até a biblioteca pública para retirar as aventuras de Tarzan ( e via os filmes no único cinema local).
Assim, foi natural a descoberta do curso de Biblioteconomia - e trabalhar em bibliotecas escolares foi uma decorrência...
Parabéns a todos que compartilharam suas lembranças e fizeram das suas memórias um momento de compartilhamento afetivo, socializando com todo o grupo (colegas, professora e tutoras) suas "Vivências de Leitura"!
                                                                                                                                                                 Kátia - novembro 2010



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