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segunda-feira, 2 de maio de 2011

DA VINCI (1519) & FREIRE (1997)


2 de maio de 1519 - Morre Leonardo da Vinci, artista e inventor, autor da Santa Ceia e da Gioconda.

Segundo Sigmund Freud, “Da Vinci foi alguém que acordou cedo demais da escuridão da Idade Média, enquanto os outros continuavam a dormir”, e é assim que esse gênio das artes e da ciência pode ser definido, um homem à frente de seu tempo, que ainda intriga toda a humanidade com seus mistérios.


















Barbie como Mona Lisa ou La Gioconda (fonte)                            Será verdade?... Mistério...(fonte texto/imagem)
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2 de maio de 1997 - Morre o educador Paulo Freire, um revolucionário dos métodos de alfabetização.

"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. " (Paulo Freire)

Obras do de Paulo Freire disponíveis para empréstimo à comunidade escolar da ETS:

FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. 12. ed. São Paulo: Cortez; Autores Associados, 1986.
______. Educação como Prática da Liberdade. 10. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
______. Educação e Mudança. 16. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1990.
______. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.
______; NOGUEIRA, Adriano. Que Fazer: teoria e prática em educação popular. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1993.
JORGE, J. Simões. A Ideologia de Paulo Freire. 2. ed. São Paulo: Loyola, 1981.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

APRENDER A LER MODIFICA O CÉREBRO


"O aprendizado da leitura, um fenômeno recente demais para ter influenciado nossa evolução genética, tem um impacto importante sobre o cérebro, que se adapta e utiliza, independentemente da idade da alfabetização, regiões cerebrais destinadas a outras funções.
O estudo do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França (INSERM), publicado ontem (11/10/10) na revista Science, foi feito com 63 voluntários brasileiro e portugueses. Os pesquisadores constataram que o impacto da alfabetização sobre o cérebro "era maior o que os estudos anteriores davam a entender" e afeta tanto áreas visuais do cérebro quanto setores dedicados à fala."

Fontes:
IMPACTO  da Leitura. Zero Hora, Porto Alegre, 12 nov. 2010. P. 45.

Notícia original:
Disponível em: http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/science.1194140. Acesso em: 12 nov. 2010.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

BRASIL & ANALFABETISMO






Disponível em: <http://eliane10.blogspot.com/2009_03_01_archive.html>. Acesso em: 14 maio 2009.

Brasil concentra mais de um terço dos analfabetos da América Latina, diz organização
Dados da Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (Clade) indicam que em todo o mundo vivem 800 milhões de adultos não alfabetizados. Desse total, 35 milhões estão em nações latino-americanas. O Brasil – que é o país mais populoso da região – também concentra mais de um terço da população analfabeta da América Latina, 14 milhões de pessoas com 15 anos ou mais que não sabem ler e escrever, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A reportagem é de Amanda Cieglinski e publicada pela Agência Brasil, 13-05-2009.

Segundo o levantantamento da Clade, divulgado em 2007, no grupo de países da América Latina e do Caribe, Cuba apresenta a menor taxa de analfabetismo: o problema atinge 0,2% da população. Já na Guatemala, que tem os piores indicadores, o problema afeta quase um terço (30,9%) das pessoas com mais de 15 anos.
Nesse ranking, o Brasil ocupa a 14ª posição, em um total de 19 países. De acordo com dados da Clade, com um percentual de 11,4% de analfabetos entre a população com mais de 15 anos de idade, a média brasileira fica atrás, por exemplo, dos índices do México (9,10%), Equador (9%), Panamá (8,10%) e da Colômbia (7%).
A Clade é uma rede de organizações da sociedade civil que atua em defesa do direito ao ensino público gratuito e de qualidade.
Segundo a Pnad, o índice de analfabetismo entre os brasileiros com mais de 15 anos é de 10%. Para o educador peruano e consultor internacional José Rivero, uma das explicações para a persistência do problema, tanto na América Latina quanto no Brasil, são as grandes desigualdades sociais da região.


“O Brasil é a primeira potência em matéria econômica, mas tem questões de pobreza que são incompatíveis com essa qualidade. Essa bipolaridade tem possibilitado a existência de uma camada muito grande de analfabetos”, analisa.
Rivero acredita que a redução do analfabetismo só ocorrerá quando houver menos injustiça social. E o enfrentamento desse problema, segundo ele, é papel do Estado e da sociedade civil.
Recentemente, os presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, e Evo Morales, da Bolívia, declararam que os dois países estão livres do analfabetismo. Para isso, utilizaram a metodologia do programa cubano de alfabetização Yo, sí Puedo, criado pelo governo de Fidel Castro. O método usa programas de rádio e de televisão para alfabetizar jovens e adultos.
“Há mais esperanças na medida em que há mais consciência de que não se pode seguir como era antes. Há programas muito interessantes, mas é preciso que [os países] se organizem sabendo quanto custa alfabetizar. Não basta o político dizer que precisa alfabetizar, é preciso saber o preço”, alerta.
O relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação, Vernor Muñoz, cita as ações da Venezuela e da Bolívia como “exemplos de opções concretas”. Para ele, o Brasil tem um “compromisso enorme”, mas as conquistas ainda não refletem esse esforço.
José Rivero teme que a campanha de alfabetização encampada pelos países latino-americanos possa ser afetada pela crise financeira internacional.
“Essa crise está afetando a América Latina, que vai ficar mais pobre. Nesse sentido, não há como prever quando o problema realmente vai acabar. Às vezes nos esquecemos de que não pode existir um bom futuro em matéria de alfabetização se a escola pública não for fortalecida, ela é a grande alfabetizadora. E para isso é preciso dinheiro”, afirma.

Disponível em:
<
http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=22242>. Acesso em: 14 maio 2009.
Disponível em: <http://www.hottopos.com/videtur29/silvia.htm>. Acessso em: 14 maio 2009.

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