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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

CHAT COM MARCELO BRANCO - CAMPUS PARTY 2010

CAMPUS PARTY 2010: SÃO PAULO (SP) - 25 A 31 DE JANEIRO DE 2010.

Terminou agora um chat promovido pela ZH Dinheiro com o diretor da Campus Party 2010, Marcelo Branco, que respondeu às principais dúvidas dos campuseiros sobre barracas, alimentação, fila para o ingresso no local, segurança, limpeza dos banheiros...

Participei perguntando sobre palestras/eventos específicos para a área da educação, dúvida partilhada por outro internauta:

Marcelo Branco: "Educação é transversal. Estará presente em todas as áreas e ações. Como falamos na coletiva, não achamos correto tratar o tema da educação de forma isolada dos demais."

Haverá o "batismo digital" de 5.000 pessoas, palestra com Scott Goodstein marqueteiro de Barak Obama, Marcelo Tas também estará presente, assim como muitos outros palestrantes renomados.

Perguntado sobre quais os pontos positivos das Campus anteriores, Marcelo respondeu:

"O grande número de participantes, o interesse em compartilhar conteúdos de alta qualidade, o espírito civilizado e solidário de todos. Tudo isso nos surpreendeu."
Sobre a documentação do evento:

Marcelo Branco: "Durante a Campus, muitos documentários são feitos pela nossa produção e pelos campuseiros. Durante o evento, centenas de vídeos subirão para o Youtube e Videolog."

Possíveis desdobramentos da Campus Party para outros estados:

Marcelo Branco: "A princípio, a idéia é reunir todos os campuseiros em um mesmo espaço físico. Este plano vai continuar. Agora, quem sabe, no futuro, possamos ter algum tipo de “experience” da Campus Party em tamanho menor para que outras regiões do país possam sentir o gostinho dessa grande festa."

Pois é, galera, vontade de ir... quem pode, vai preparando sua barraca e seu PC!

Segundo o pessoal da ZH Dinheiro, pelo menos um ônibus sairá de Porto Alegre.

Para ler todo o chat, acesse:

Disponível em:



A Campus Party começa na próxima segunda-feira e vai até o dia 31/01. Cerca de seis mil participantes devem acampar no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo - pelo menos um ônibus de excursão deverá partir de Porto Alegre. Outras 118 mil pessoas devem visitar o local para conferir palestras e oficinas sobre temas como games, software livre e robótica.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

GAME: THE BEATLES ROCK BAND

O dia 9 de setembro de 2009 (9/9/9) entra para a história como o dia em que os Beatles chegam – oficialmente! – à era digital com o lançamento de The Beatles: Rock Band.

Disponível em:
Mas por que o lançamento de um jogo de videogame é tão importante?

Primeiro, porque nunca uma banda com tamanha expressão ganhou um game musical exclusivo. Segundo, porque é a primeira vez que as músicas dos Beatles serão lançadas digitalmente, uma questão que vem sendo discutida há anos, mas que nunca saiu do papel – embora seja difícil encontrar quem não tenha um arquivo MP3 dos grandes hits do grupo.

Foram cerca de três anos de negociações, desde o encontro entre Van Toffler (presidente da MTV Networks) e Dhani Harrison (filho de George Harrison), quando surgiu a ideia, até a apresentação do jogo, em 2009, para Paul McCartney, Ringo Starr, Olivia Harrison e Yoko Ono – os principais acionistas da Apple Corps – durante a E3, feira do mercado de games, em Los Angeles.
Disponível em:
>. Acesso em: 9 set. 2009. (Texto acima)

Disponível em:

O jogo vem inicialmente com 45 faixas que mostram de forma cronológica (ou quase ) a trajetória da banda. Desde os shows no Cavern Club, em Liverpool, até a apresentação no telhado da Apple Corps, em Londres, a última apresentação ao vivo da banda.
Os games musicais têm uma magia interessante. Colocam os usuários para se sentir na pele de um astro de Rock, tocando e cantando canções. E reviver a banda Beatles, com certeza, é um grande atrativo, não?
Sem falar que todos os instrumentos serão baseados nos equipamentos antigos. Tudo retrô.
Não existem mais joguinhos. O que existe é uma indústria sólida, rentável, anti-crise. E Beatles Rock Band é um passo a mais. Com certeza, será um lançamento bem mais importante do que Guitar Hero 5, principal concorrente, já lançado neste mês.


sábado, 25 de julho de 2009

DOIS JORNALISTAS

Nos últimos meses tem se acirrado as discussões a respeito da crise do jornalismo impresso advindos dos elevados custos de produção desta mídia e do baixo retorno - as pessoas não estão mais querendo pagar para receber notícias que conseguem gratuitamente nas versões eletrônicas via internet e nas redes de relacionamento como o mocroblog Twitter, por exemplo.
A este contexto, soma-se - aqui no Brasil - a decisão de acabar com a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão.
Que rumos tomarão estas questões? Vamos ficar atentos, pensar e discutir, já que a produção e divulgação de reportagens baseadas em fatos é uma importante questão que afeta a todos nós...
No mês de julho morreram dois conceituados jornalistas, um norteamericano e um brasileiro, aqui do Rio Grande:
Morreu aos 80 anos o jornalista que ajudou a mudar a história da imprensa gaúcha
Disponível em: <http://www.clicrbs.com.br/especiais/diversos/03premiorbsblogn9ve.jpg>. Acesso em: 25 jul 2009.

Lauro Schirmer (Cachoeira do Sul; 27.11.1928 - Porto Alegre, 24.07.2009)
Como integrante da equipe do jornal A Hora, em meados dos anos 1950, Lauro Schirmer tem participação na maneira como o Rio Grande de hoje lê jornal.
Começou a carreira como locutor de rádio em sua cidade natal, Cachoeira do Sul. Em 1955 foi convidado por Candido Norberto e Josué Guimarães para integrar a nascente redação do jornal A Hora, que viria a representar uma renovação no padrão gráfico do jornalismo feito no Estado. Lá, foi repórter e editor de figuras de proa do jornalismo, como Ibsen Pinheiro e o ainda adolescente Fausto Wolff, que mais tarde brilharia nas páginas do Pasquim.
O Lauro foi dos mais completos jornalistas que tivemos. Não se limitou a conhecer jornal em todos os detalhes (da redação às oficinas gráficas) e sua passagem pela televisão foi marcante. Primeiro, na antiga TV Piratini, logo na TV Gaúcha, ainda quando a tecnologia era precária, não havia transmissão em rede nacional e tudo tinha de ser feito ao vivo e com as próprias mãos em Porto Alegre mesmo – conta o jornalista Flávio Tavares, que trabalhou com Schirmer no A Hora.
Depois de colaborar na consolidação e no sucesso da TV Gaúcha, outra mudança de rumo em uma carreira inquieta: foi convidado, outra vez por Maurício Sirotsky Sobrinho, para chefiar a redação de Zero Hora em 1970, onde aplicou muitos preceitos que ainda vigoram na filosofia do jornal: reportagem de qualidade, colunistas relevantes e ênfase nos assuntos locais. Comandou o jornal até 1990, quando assumiu a coordenação editorial do Grupo RBS.
Em seus últimos anos de vida, já aposentado da correria das redações, dedicou-se a participar de iniciativas em benefício a cultura do Estado. Membro do Conselho de Cultura da RBS, também era diretor do Museu de Comunicação Hipólito José da Costa, dedicando-se a reerguer a tradicional instituição. Amante da música clássica, integrava a direção da Fundação Pablo Komlós, na luta pela construção de um novo Teatro para a OSPA – sonho que não teve tempo de ver realizado.
Disponível em: <http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2593110.xml&template=3898.dwt&edition=12785&section=1003>. Acesso em: 25 jul. 2009.



Walter Leland Cronkite (St. Joseph, Missouri, 04.11.1916 - New York, 17.07.2009)


Iniciou sua carreira jornalística como repórter de uma agência de notícias americana e depois correspondente de rádio durante a Segunda Guerra Mundial.
Cronkite entrou para a CBS em 1950 e ancorou o "CBS Evening News" de 1962 a 1981. Com o âncora, o jornal foi o líder de audiência nos EUA de 1969 a 1981. Ícone do jornalismo americano, Cronkite foi também o responsável por informar os americanos sobre outros grandes fatos da história contemporânea, como a chegada do homem à Lua e a Guerra do Vietnã. Também noticiou o assassinato do ativista dos direitos civis Martin Luther King, os distúrbios raciais e as manifestações contra a guerra, assim como o caso Watergate, que desencadeolembram dele, sobretudo, como o âncora que se atreveu a interromper um popular programa de televisão e pedir aos gritos uma câmera para falar sobre o atentado contra Kennedy.
Com seu estilo duro, turbulento, ganhou o apelido de "o homem mais confiável dos Estados Unidos".
Disponível em: <http://noticias.guiagoioere.com.br/news.php?noticia=659>. Acesso em: 25 jul. 2009.
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